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Depois de participar das atividades do projeto Justiça do Trabalho vai à Escola, terça-feira à noite, em Porto Velho , os alunos do programa Educação para Jovens e Adultos (EJA) do colégio Murilo Braga defenderam a extensão do programa, que divulga os direitos e deveres básicos dos trabalhadores, também aos bairros da capital, centro comercial de Candeias do Jamari e comunidades da zona rural como a Linha 45 e Triunfo.
Um grupo de estudantes disse à equipe da Justiça do Trabalho que há pequenos supermercados desrespeitando os direitos dos empregados, em Candeias, e sitiantes que contratam trabalhadores braçais sem assinar carteira profissional e não querem pagar o salário mínimo.
Em estilo de conversa informal, o servidor Marcos Rogério Reis da Silva, da Assessoria Administrativa da Presidência do TRT, respondeu perguntas e tirou dúvidas dos alunos, como por exemplo sobre a obrigatoriedade do prazo de 48 horas para que o empregador efetive o registro do empregado na carteira de trabalho, pagamento de verbas rescisórias como férias inteira e proporcionais, FGTS e indenização de 40%, 13º salário, e também sobre descanso remunerado do empregado doméstico, licença maternidade de seis meses, obrigações trabalhistas das empresas públicas e direitos do empregado comissionado.
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